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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Bombons, chocolates e até remédios escondem os perigos dos corantes.



Às vezes, um doce, um chocolate ou um simples pacote de tempero pode se transformar em perigoso inimigo para o organismo. Esses alimentos industriais e mesmo alguns remédios causam alergias que podem provocar até um edema de glote —reação grave que pode levar à morte se não houver intervenção médica rápida.

Em mais uma tentativa de controlar a venda e o consumo de certos produtos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que todos os alimentos e medicamentos que incluam o corante sintético tartrazina devem exibir um aviso no rótulo. Porém, como a ordem ainda não está sendo cumprida, os alérgicos ao produto ou a outros corantes continuam se expondo a riscos. Eles se comportam como se estivessem no escuro, provando uma coisa aqui ou um veneno ali, sentindo as reações e cortando os produtos de suas listas.

Substâncias como a tartrazina pertencem ao grupo dos aditivos alimentares e são eles que conferem cor aos alimentos, mas também são usados em cosméticos e medicamentos. Corantes naturais costumam ser bem tolerados pela maioria das pessoas. Já os sintéticos são mais relacionados à alergia. “Eles são usados para melhorar o paladar, a aparência ou mesmo como excipiente (substâncias que completam a massa ou o volume) de alimentos, estando presentes em inúmeros produtos, como sucos, balas, gelatinas, molhos, refrigerantes e laticínios. Além disso, podem ser usados na fabricação de remédios”, explica Marly Marques da Rocha, médica alergologista e imunologista.

De acordo com Marly, esses pigmentos causam reações adversas após a ingestão de alimentos ou aditivos alimentares. “Essas podem ser classificadas em reações tóxicas e não tóxicas. As não tóxicas podem ser desencadeadas diretamente por fatores imunológicos ou não imunológicos”, salienta. A especialista destaca dois grupos de corantes campeões em alergia: os azocorantes ou corantes amarelos, como a tartrazina, o ponceau e o amarelo crepúsculo; e os não azocorantes, como o azul brilhante, a eritrozina e a indigotina.

A médica explica que a tartrazina é o mais citado e deriva de uma substância denominada coaltar (substância com ação anti-inflamatória), que contém algumas semelhanças com o ácido acetil-salicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios não hormonais. Por isso, acredita-se que algumas pessoas sensíveis a esses remédios poderiam também ter reação alérgica ao ingerir a substância. “A quantidade de tartrazina contida nos medicamentos não é significativa. Embora seja obrigatório referir na bula o aviso de que pode causar asma em pessoas sensíveis ao AAS, muitas vezes confunde o paciente”, observa.

Informações úteis

Atualmente, são poucos os remédios que contêm corantes derivados da tartrazina. Mas foi com um desses que a empresária Jaqueline Dias descobriu que era alérgica. Acometida por uma infecção urinária, ela tomou um medicamento para tratar a doença mas, após dois dias, as manchas vermelhas na pele funcionaram como um sinal de alerta. Ela voltou ao médico e este orientou a suspensão do remédio. A empresária era alérgica ao corante utilizado no medicamento. “Eu tenho alergia à substância vermelha que colore os remédios para infecção urinária. A bula do remédio informa que ela é um corante do grupo químico azo (a classe mais importante de substâncias que promovem cor)”, relata. Segundo a empresária, o jeito é não ingerir remédios que contenham a substância. “É uma ação preventiva”, explica.

A substância está presente em alimentos industrializados, medicamentos e até mesmo em cosméticos e vestimentas que podem levar a quadros de dermatite de contato. A especialista Ana Paula Moschione Castro conta que o desconforto se apresenta, geralmente, na forma de urticária (placas avermelhadas espalhadas pelo corpo. As reações verdadeiramente alérgicas aos aditivos (corantes) são raras, mas quando surgem, aparecem rápido, em até uma hora após a ingestão, e podem ocorrer com quantidades mínimas ingeridas.

No caso do garoto Victor Hugo de Souza, 8 anos, a suspensão da ingestão de doces e balas abateu o seu humor, mas teve de ser efetivada por motivos sérios. Ele foi diagnosticado há pouco mais de três anos com alergia ao corante contido nas balas. “Depois que ele comia, não demorava muito e começavam as coceiras e o inchaço nos olhos”, conta a mãe, Rita de Souza. Segundo ela, a solução foi proibi-lo de comer chocolates e doces que contivessem corantes e dobrar a atenção. “Caso contrário ele comeria escondido. Ele diz: ‘Mãe, vou me entupir de balinha, não estou nem aí para o inchaço’. Mas, é claro, eu não deixo”. Ela conta que Victor faz o tratamento para essa e outras doenças alérgicas, como a rinite.

Com João Paulo Cavalcante, o problema foi percebido ao usar os temperos prontos em pó. Com histórico de intolerância à lactose e rinite, ele mudou radicalmente o estilo de vida ao descobrir que não poderia ingerir alimentos industrializados. “Usávamos muito em casa os temperos prontos. Passava pouco tempo e eu sentia coceiras pelo corpo todo e apareciam manchas — era muito desagradável. Para não sentir mais nada disso, virei vegano”. Veganos são pessoas que não consomem nada de origem animal. Cavalcante explica não ter mais problema com a comida, pois sempre vai a restaurantes naturais. E que toma vacinas contra as outras alergias.

Sintomas e dores

As alergias a alimentos e remédios podem se manifestar também por meio de sintomas variados no sistema respiratório, como falta de ar e broncoespasmo, ou por crises de vômitos e cólicas. Sabe-se que alguns tipos de aftas de repetição e estomatite alérgica de contato podem ser relacionadas com a ingestão de aditivos alimentares. “Em geral, as lesões se iniciam poucas horas após a ingestão do aditivo e podem ocorrer por saturação; ou seja, quanto mais ingerir, maior a possibilidade de reação”, ressalta Marly Marques.

Embora raras, as complicações são descritas como reações anafiláticas a sulfitos (compostos químicos usados como antioxidantes na indústria alimentar). Quanto ao tratamento, é necessário identificar a reação ao corante, por meio de exames e observação e, a partir daí, evitar sua ingestão. “É fundamental que eles (os sulfitos) estejam descritos nos rótulos de alimentos e medicamentos”. A médica acha importante pesquisar rótulos de alimentos industrializados. Ela orienta ainda sobre outros cuidados: “A alimentação deve ser bastante regulada e isso influenciará na saúde da criança talvez por toda vida”, acredita.

SAIBA MAIS

Uso controlado

A tartrazina é um pigmento sintético que proporciona a cor amarelo-limão em alimentos. Seu uso mais frequente se dá em balas, gomas de mascar, gelatinas, cosméticos e medicamentos. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, o componente é muito utilizado em sua cor amarela e para produzir vários tons de verde. A utilização é proibida na Noruega e foi banida na Áustria e Alemanha, antes de o Conselho Diretivo da Comunidade Europeia ter revogado sua proibição. No Brasil, a substância tem seu uso restrito e regulado pela Anvisa, devido a possíveis reações alérgicas em pessoas com asma, bronquite e urticária.

Prevenção

Dietas devem ser feitas com a indicação do médico alergologista

Prefira alimentos naturais. Uma fruta ou um suco são certamente mais saudáveis comparados a refrigerantes e a outros produtos industrializados

Excluir o corante totalmente da dieta

Não existem testes (na pele ou no sangue) eficazes para diagnóstico de alergia aos corantes

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110705161038&assunto=31&onde=Brasil

Tão Sonhada Férias!!!



Olá meus queridos... e aí como vão as férias?
Criei esta postagem p matar um pouquinho da saudade de vcs...
Me contem um pouco de cm estão indo as férias...
Aaaah não esqueçam de organizarem o tempo de vcs p estarem estudando p as provas das disciplinas técnicas, cm vcs sabem estamos em uma etapa bastante puxada e requer esforços e escolhas importantes...

Um big bjo e não esqueçam do meu "Pinheiro" e das minhas plantinhas p meu Jardim...
Vcs me prometeram,hein? rsrs

segunda-feira, 20 de junho de 2011

SSET- Complemento para resolução do ED nº 3.


Acessar os seguintes links e assistir os vídeos propostos:

1) http://www.youtube.com/watch?v=FsFkjicmp_A
2) http://www.youtube.com/watch?v=omtyNMlkLtY
3) http://www.youtube.com/watch?v=oAlWN47PMtc&feature=fvsr
4) http://www.youtube.com/watch?v=5SDOHrxadAo

 Site Complementar sobre o uso de Extintores:
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/fogo.html


Boa Aprendizagem...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Destaques para 1º avaliação de Tecnologia de Frutos e Hortaliças

Alunas: Maria Taynara 9,8
              Tainara Santos 9,5
              Élyda Crystina 8,5

Infelizmente o resultado não era o esperado, 22 alunos ficaram com nota abaixo da média...
Não postarei no blogger as notas... Segunda- feira conversaremos a sós sobre o resultado ...

domingo, 22 de maio de 2011

Açúcar não é açúcar... O simples e o complicado...


Açúcar não é açúcar. Parece confuso? Concordo, a culpa é da teoria dos açúcares. Açúcar de verdade, aquele de que seu corpo necessita e que fornece energia para você viver, só existem dois: a glicose e a frutose. Apenas esses dois açúcares foram preparados pela natureza para consumo humano, se é que isso existe.

Glicose e frutose são chamados de açúcares simples porque já estão prontos para ser utilizados pelo organismo. Do jeito que forem ingeridos serão assimilados, não sofrem nenhuma ação de enzimas digestivas, não dão trabalho ao organismo. Glicose e frutose são irmãos gêmeos, possuem a mesma fórmula química (isomeria) e são fontes diretas de energia. A rigor, açúcar em última instância é a glicose; a frutose, apesar de ser assimilada enquanto tal pelo organismo, no fígado se transforma em glicose. Esses dois açúcares de verdade é que são oferecidos a você de bandeja, nas frutas maduras e no mel das abelhas.

Ainda hoje alguns médicos e nutricionistas referem-se ao açúcar do açucareiro como sendo um “açúcar simples”. Estão enganados. Açúcar simples é um conceito científico. Simples são os açúcares que não são hidrolisáveis a unidades menores, espécies de átomos de açúcar que não podem mais ser divididos. Chamam-se também de monossacarídeos por constituírem uma unidade. Exemplos desses açúcares são glicose, frutose, manose e galactose. Se você ligar dois monossacarídeos por meio de uma ligação glicosídica terá um dissacarídeo, exemplos: sacarose, maltose e lactose; se ligar três terá um trissacarídeo, e assim por diante. Todos eles são chamados também de “açúcares”.

Os açúcares constituídos de dois até seis monossacarídeos são chamados de oligossacarídeos (o manualzão de Krauze fala em até 20 monossacarídeos). De seis para cima são os polissacarídeos: por exemplo, amido e celulose no reino vegetal e glicogênio no animal. Os mono e os oligossacarídeos têm gosto doce, já entre os “açúcares” da classe dos polissacarídeos, alguns são até amargos. Por outro lado existem substâncias que não são “açúcares”, isto é, carboidratos, mas que são tão doces que põem o açúcar no chinelo. Taumatina e monelina, proteínas extraídas de plantas africanas, são três mil vezes mais doces que açúcar.

O açúcar complicado (ele mesmo, o do açucareiro) não é açúcar de verdade. A sacarose, como o açúcar é conhecido pelos químicos é, a rigor, um corpo estranho infiltrado na dieta humana, uma substância de reserva dos vegetais. Ela é, como está em Krauze, utilizada pelas plantas para transportar energia (glicose e frutose) para os tecidos, raízes, tubérculos e sementes não fotossintetizantes, para uso e armazenamento como grânulos de amido. A sacarose antes de ser utilizada pelas plantas ou pelo organismo humano tem que ser decomposta (hidrolisada) em suas partes constituintes, justamente glicose e frutose. A sacarose, portanto, é fonte de glicose e frutose; estas duas é que são fontes de energia. Em outras palavras, sacarose não é açúcar e sim fonte ou reserva de açúcares. Poderíamos chamá-la também de substância precursora de açúcar A sacarose segundo Lehninger, clássico da bioquímica, “é a principal forma de transporte de açúcar das folhas para as demais partes das plantas, via sistema vascular (...); sua propriedade não redutora a protege do ataque oxidativo ou hidrolítico por parte de enzimas vegetais até que ela atinja seu destino no interior da planta”.(17)

O destino da sacarose nos vegetais, portanto, é transformar-se em glicose e frutose. Enquanto circula nos vegetais ela é instável. A cana-de-açúcar, por exemplo, depois que é cortada no canavial, tem que ser levada às pressas para a usina a fim de ser espremida e misturada com produtos químicos antes que a sacarose comece a transformar-se em açúcares redutores (glicose e frutose) como dizem os químicos. Lehninger considera um enigma da natureza o fato de a sacarose também não ser um açúcar redutor. Na verdade o açúcar é um enigma semântico ou um caso de falsidade ideológica: deram o nome de açúcar a uma substância de reserva de açúcares.

A sacarose em estado natural, como no caldo de cana, por exemplo, acompanhada de nutrientes é digerível embora tenha contra-indicações. O Dr. João Curvo alerta que caldo de cana deve ser evitado durante as diarréias e que em excesso pode acarretar vômito e flatulência.(18) O problema é a sacarose concentrada ou refinada. A cana e a beterraba em si são alimentos; a sacarose refinada é apenas a parte combustível do alimento “cirurgicamente” isolada. Outro problema é que todos os alimentos já fornecem energia, de modo que o açúcar acrescentado transforma os alimentos açucarados numa bomba calórica patogênica. Esse é a meu ver o que torna a sacarose um corpo estranho aos alimentos sua natureza patogênica. “Alimento” que causa doença não é alimento.

Do exposto fica claro que o açúcar ideal para o consumo humano são apenas dois: a glicose e a frutose, presentes nas frutas e no mel. Aliás os melhores méis de abelha são justamente aqueles em que a sacarose está ausente, como o mel da abelhinha Jataí. As abelhas possuem enzimas que hidrolisam a sacarose para oferecer no mel apenas glicose e frutose; e o teor de sacarose numa fruta é residual quando ela está madura e docinha. Por que então os homens fizeram questão de industrializar uma substância de reserva e não os verdadeiros açúcares? Pela simples razão de que a sacarose é muito mais abundante na natureza. A glicose e a frutose encontram-se no fruto maduro e doce. A sacarose se encontra em todas as plantas, nas folhas, nas raízes, nos caules. O açúcar do açucareiro vem de onde? Vem do colmo de uma gramínea (a cana), no fundo um capim duro, ou da raiz da beterraba. Não está claro nisso tudo um recado da mãe natureza de que o açúcar que ela preparou para consumo de seus filhos está nas frutas e no mel?

Outra substância de reserva de açúcar dos vegetais é o amido, uma espécie de reserva estratégica, estacionária. O amido concentra muitas moléculas de glicose; depois de lentamente digerido ele fornece glicose ao organismo, é o famoso alimento que na barriga vira açúcar. O amido contido nos cereais naturais, porém, não é açúcar puro; é um alimento importante, rico em fibras, vitaminas e sais minerais. O amido “puro”, “isolado”, como é o caso da famosa Maizena, é um alimento pobre, sem fibras, vitaminas e sais minerais. A Maizena recentemente criou uma versão do produto que incorpora uma penca de vitaminas e minerais. Tivesse acrescentado fibras e teríamos um caso de alimento refinado que deu o braço a torcer.

O açúcar do leite, a lactose, também não é um açúcar de verdade. A lactose, como a sacarose, é um dissacarídeo e tem que ser hidrolisada no intestino antes de ser assimilada e metabolizada pelo organismo. O verdadeiro açúcar do leite é a galactose, monossacarídeo que, assim como a frutose, no organismo humano se transforma em glicose.

Estou aqui a defender que açúcar de verdade são apenas os monossacarídeos? Sim e não, porque monossacarídeos existem mais de duzentos na natureza, mas do ponto de vista de quem tem fome ou da dieta e nutrição humana apenas dois monossacarídeos têm valor: glicose e frutose, os dois naturalmente presentes nas frutas e no mel. A galactose, monossacarídeo do leite, embora tenha reconhecida importância dietética, não existe livre na natureza. Talvez os vegetarianos tenham razão quando pedem para deixarmos o leite da vaca para os bezerros.

Os naturalistas, as donas de casa e até médicos, nutricionistas e químicos, pelo fato de o açúcar provir da cana e da beterraba, acham que se trata de um alimento, um produto natural. Estão todos enganados. Querem ver? Raciocinem junto comigo: o que é que o açúcar tem em comum com a cana- de-açúcar? NADA. Açúcar é igual a sacarose menos a cana.

Açúcar é 99,5% de sacarose e os outros 0,5% sequer são cana, mas lixo químico fino, cinzas e outros produtos tóxicos, inclusive metais pesados.

Com o açúcar de beterraba a mesma coisa: é sacarose menos a beterraba. Os dois açúcares, o de cana e o de beterraba, são iguaizinhos, ambos têm a forma de um pó branco.

Se houver alguma diferença entre os açúcares de cana e o de beterraba deve-se ao seguinte: como nos processos de refinamento usam químicas diferentes - um usa sulfitação, e o outro carbonatação - a diferença estará no lixo químico fino. Ou então o açúcar não foi purificado a contento e o de cana ficou com um cheirinho de cana e o outro com um cheirinho de beterraba.

Já li que o açúcar de beterraba é um pouquinho alcalino comparando com o de cana. E uma curiosidade: A raiz de beterraba da qual se obtém sacarose não é essa vermelhinha que consumimos nas saladas e nos sucos. E não existe açúcar bruto ou mascavo feito de beterraba por causa de um princípio amargo nela contido.

 

segunda-feira, 28 de março de 2011

N.A - SEGURANÇA ALIMENTAR - Sábado 26/03

Receberei EXCLUSIVAMENTE  INDIVIDUAL para alunos com atestado médico ou Adventistas. Valerá até um ponto da N.A!

Assistir o vídeo que se encontra disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=UlaZSNZM3Dc

Responder as seguintes perguntas de acordo com o vídeo assistido:

1) Por que as ostras apresentam riscos para saúde e o que deve ser observado antes da compra desse tipo de alimento?
2) Quais os alimentos que oferecem uma maior risco de doenças alimentares?
3) Como as postas de peixe são avaliados no parâmetro qualidade?
4) Faça um resumo com suas palavras sobre a reportagem assistida e o máximo de pontos chaves observados. (mínimo 15 linhas).

ENTREGA DIA 04/04 - SEGUNDA-FEIRA

segunda-feira, 21 de março de 2011

Trabalhos - Higiene e Legislação de Alimentos

Trabalho nº1

Pesquisar sobre Amebíase e Giardíase
O que é?
Como se adquire?
O que se sente?
Como se faz o diagnóstico?
Como se previne?
N°’s Ímpares Amebíase e Pares Giardíase;
Entrega  SOMENTE para próxima Segunda 28/03

Serão escolhidos 5 melhores trabalhos de cada tema*


Trabalho nº 2

Salmonella, Staphylococcus aureus, Clostridium perfringes, etc.  Escolher um desses três mo’s e
pesquisar sobre seu papel nas DTA’s. Entrega dia 04 de Abril

Trabalho nº 3

Pesquisar sobre uma reportagem de um caso ou um surto ou uma epidemia de alguma doença de origem alimentar. Apresentação em data show dia 11/04 equipes de 5 alunos.